Pippaloop parou na beira do parquinho. Crianças passavam voando em direção aos balanços, às barras de macaco e ao escorregador alto e torcido. Correntes tilintavam. Tênis batiam. Pippaloop segurou a cerca e sussurrou: “No que eu sou bom?”
Pippaloop subiu em um balanço e deu um pequeno empurrão. O assento deslizou para o lado. Pippaloop pulou para fora e caiu nos pedacinhos de madeira. Arranh, arranh sob as patinhas pequenas. “Não,” disse Pippaloop com uma vozinha.
Pippaloop pulou para as barras de macaco e agarrou uma barra por um instante. Então veio um suave ploft de volta ao chão. O metal estava frio. As barras tilintavam acima. Pippaloop balançou a cauda e olhou para o alto escorregador torcido.
No topo do escorregador torcido, Pippaloop sentou-se e deslizou. Rápido! O mundo todo ficou verde e azul em espiral. Então ploft! Saiu na base em uma nuvem de folhas secas. Pippaloop piscou para o escorregador giratório. “Uau.”
Pippaloop pisou na ponte balançante. As tábuas se mexiam. As cordas balançavam. Toc-toc, toc-toc. Então Pippaloop encontrou—tap, tip, tap. Atravessou sem escorregar uma vez! Pippaloop se virou com um sorriso brilhante. “Olhem como eu vou de novo!”
De um lado para o outro foi Pippaloop. Tap, tip, tap. Logo uma fila de novos amigos seguiu de um lado para o outro, copiando os mesmos passos organizados. A ponte toc-tocava como um tambor feliz. No final, Pippaloop ficou em pé na brisa doce do trevo, pronto para mais uma viagem.