A luz do sol brilhava sobre a aconchegante mesa da cozinha. Um florete verde brilhante esperava no prato.
Tiggle apertou os olhos para a pequena árvore bumpy e fez uma careta. Uma garra a tocou, muito gentilmente, só para o caso de ela pular primeiro.
Primeiro, Tiggle deslizou o pedaço verde para a borda do prato.
Então Tiggle o escondeu atrás de uma rodela de cenoura e espiou. Ele ainda estava lá.
Clink fez a colher na tigela. "Não," disse Tiggle suavemente, quando o pequeno guarda-chuva verde ainda estava lá.
Então Tiggle tentou de uma maneira diferente.
Tiggle cutucou o florete com um garfo. Plop! Ele pulou, para a cabeça de Tiggle, e então—plip!—na xícara de água.
Tiggle piscou para o pedaço verde flutuante. Então uma risadinha saiu.
Ondas se mexeram. A forma verde também se mexeu. Tiggle a pescou e segurou perto do nariz.
Tiggle quebrou a menor parte de cima e a colocou na língua.
Tick, tick, tick fez o relógio da cozinha enquanto Tiggle mastigava. O gosto estranho se tornou amanteigado e fresco.
Tiggle deu outra pequena mordida. O prato não parecia mais uma armadilha. Parecia um mapa.
Então Tiggle alcançou outra mordida verde, e outra, misturando-as com arroz e pedaços de cenoura laranja no garfo.
"O que mais eu posso experimentar?" perguntou Tiggle, crocando suavemente na ensolarada cozinha.