Wattle esperou no ponto de ônibus ensolarado. Lá no fim da rua, o grande ônibus amarelo apareceu fazendo um barulho ao virar a esquina.
Wattle segurou a alça da mochila firme. Então, uma pata se levantou. Uma onda corajosa.
O ônibus parou com um forte assobio. Wattle subiu os altos degraus. No topo, Wattle acenou novamente para o motorista.
Wattle escolheu um assento que balançava e tremia. O vinil parecia rangente por baixo.
Clap-clap! As portas se fecharam. Wattle ficou muito quieto por um momento.
Então o ônibus roncou. Wattle espiou pelo longo corredor enquanto caixas de correio e árvores passavam pelas janelas.
Pule! O ônibus deu um salto surpresa. Boing! A lancheira de Wattle se abriu.
Uma maçã redonda rolou para longe. Ela girou pelo corredor como uma pequena roda vermelha. "Oh!" disse Wattle.
Wattle correu atrás dela. Passou pelos assentos. Passou pelas janelas cheias de luz da manhã.
Justo antes do degrau da frente—peguei! Wattle pegou a maçã com as duas patas.
O motorista olhou no espelho. À frente, a escola apareceu à vista.
Wattle olhou para as altas portas da escola. Para a placa do ônibus balançando. Para todas as fileiras de assentos atrás.
Então uma pata se levantou novamente. Mais uma onda corajosa. Desta vez, para o dia que esperava do lado de fora.
Wattle desceu para a calçada. A lancheira estava bem guardada. A maçã estava segura dentro.