A menina caminhava pela floresta verde e densa. As folhas rangiam sob seus pés descalços. Ela parou, olhou para os lados e sussurrou: — Cadê minha casa?
Ela parou e sussurrou: — Cadê minha casa? O vento trouxe aroma de flores. Então algo brilhava entre os galhos.
A menina avançou em direção ao brilho, mas um galho baixo bateu em seu rosto. O brilho piscou como um olho gigante.
Mais um passo, ela murmurou. Porém uma raiz grossa travou seu pé. Ops, disse ela, sorrindo envergonhada.
Ela tentou pular a raiz, mas caiu de costas na grama alta. Um zumbido suave vinha do brilho. AStill mais um passo!
Ela se levantou, limpando a terra das mãos. Desta vez o caminho estava livre. Havia uma fresta dourada e cintilante na árvore grossa.
Ela empurrou a fresta com cuidado. Uma cascata de luz dourada jorrou para fora, formando pegadas brilhantes no chão.
Finalmente! ela suspirou, e seguiu as pegadas. Uma, depois outra. A floresta ganhava vida ao redor.
A floresta agora parecia amiga. Yara caminhou pelas pegadas luminosas até uma porta de casa no fim do caminho.
Sua mãe chamou por ela da porta. Yara sorriu, acenou para a árvore que agora era apenas uma árvore, e correu para dentro.