Allyson caminhava devagar pelo prado verde e ensolarado, sua caixa de lápis de cor arrastando-se na grama. As colinas se estendiam sem fim em todas as direções, e ele não conseguia encontrar o caminho de volta para a toalha de piquenique. O vento quentinho trazia o cheiro de flores silvestres, mas Allyson nem percebeu — seus ombros estavam caídos e seus sapatos deixavam marcas profundas na terra macia.
Allyson sentou-se ao lado de um dente de leão e abriu sua caixa de lápis de cor, mas nenhuma cor parecia certa. Ele pegou um azul, depois um vermelho, depois um amarelo — tudo opaco perto da beleza do prado. Uma borboleta passou voando e pousou no joelho dele, e Allyson a observou partir com um suspiro.
Ele se levantou e continuou andando, os olhos fixos no chão. Seguiu um caminho de terra entre as colinas e chegou a uma clareira onde a luz do sol se espalhava como ouro sobre a grama. No centro, havia uma pedra lisa com uma pequena cruz de madeira apoiada sobre ela, como se alguém a tivesse deixado ali esperando.
Allyson ajoelhou-se ao lado da pedra e pegou a pequena cruz de madeira. A luz do sol caiu sobre suas mãos, e de repente uma paz profunda tomou conta dele. Suas lágrimas pararam, seus lábios se curvaram num leve sorriso, e ele sussurrou: 'Jesus me ama.'
Allyson correu de volta para a toalha de piquenique, seus lápis de cor quicando na mão. Ele os espalhou sobre a grama e começou a colorir — as colinas verdes, o céu azul, a luz dourada do sol — e cada traço era cheio de alegria. O prado parecia mais brilhante agora, e Allyson ficou sorrindo, com o coração leve.
Ele espalhou os lápis de cor sobre a toalha e começou a colorir com alegria. As colinas verdes, o céu azul, o sol dourado — cada traço era cheio de vida. O prado parecia mais brilhante agora, e Allyson sentou-se sorrindo, com o coração leve e cheio.
O prado parecia mais brilhante agora. Allyson sentou-se sorrindo, cada traço de suas cores cheio de alegria. As colinas verdes, o céu azul, a luz dourada — tudo estava certo. Ele ficou ali, com o coração leve e cheio.
O sol aquecia seu rosto enquanto Allyson olhava ao redor do prado. Tudo brilhava. Ele apertou sua caixa de lápis de cor contra o peito, feliz por ter encontrado o caminho de volta — e algo ainda mais importante.