Ana encontrou algo escondido atrás da árvore antiga. Uma porta brilhante piscava na luz do sol.
Ela empurrou a porta com as duas mãos. Uma luz dourada saltou nos dedos dela como vaga-lumes dançantes.
Ana deu um passo à frente. Um reino de castelos cor-de-rosa e jardins flutuantes se revelou.
Ana correu pelo caminho até o grande portão do Castelo Arco-íris. O grifo e o unicórnio cruzaram as armas diante dela.
"Só criaturas brilhantes podem entrar aqui," disse o grifo. Ana sentou-se num banco de mármore e cobriu os dedos das mãos.
Ana viu uma sereia cantando perto de uma fonte. A sereia cobriu a boca e nadou rápido para o fundo.
Um passarinho de penas prateadas pousou no ombro dela. Ana levantou o olhar e viu um mapa antigo no muro.
Ana subiu a colina até a cachoeira que jorrava poeira dourada. Quando encostou a mão na água, tudo explodiu em cores.
Os guardas correram até ela. A sereia também veio, seguida por outras criaturas que tinham medo de aparecer.
A sereia tocou a mão de Ana. Os Jardins Flutuantes se encheram de luz pela primeira vez em séculos.
As crianças do reino — fadas, lobos, anões — saíram das sombras e rodearam Ana. O grifo disse "desculpa" com a voz trêmula.
Ana sorriu, levantando os braços enquanto a poeira dourada dançava ao redor de todos. No castelo, as paredes brilhavam com todas as cores.