Os outros dinossauros corriam pela floresta. Bolota parou e olhou para a roda-gigante brilhante perto da clareira. As folhas rangiam com o vento, chamando por ele.
Bolota tentou correr, mas tropeçou numa raiz. Ele ouviu os risinhos dos outros e apertou a cauda grossa com força. Vou até a roda-gigante sozinho, pensou.
Os outros brincavam perto da clareira. Bolota walkou sozinho pelo caminho verde até a base da roda-gigante.
A escada era alta e escorregadia. Bolota tocou a madeira fria e áspera, sentindo as correntes rangerem. Ele subiu devagar, passo a passo.
Bolota entrou na cabine. A roda-gigante começou a girar. O ar fresco cheirava a folhas verdes e ele viu a floresta de cima.
A cabine balançava suavemente. Bolota sorriu. Tudo parecia perfeito lá de cima.
De repente, a roda-parou no alto. Uma luz dourada brilhou nas folhas. Bolota abraçou o banco de madeira, maravilhado com a magia.
A roda girou de novo, mais devagar, como um abraço. Bolota abriu os olhos e viu o céu cheio de luz.
A roda-gigante desceu e Bolota pisa na grama macia. Ele olhou para trás, para a floresta iluminada.
Os outros dinossauros chamavam de longe. Bolota correu até eles e segurou suas mãos. Vamos juntos, ele disse.
Eles apontaram para a roda-gigante. Bolota sorriu e disse: Olha como ela brilha!
A roda-gigante girou devagar sob o sol. Bolota e os outros dinossauros riram juntos, olhando para cima.