No claro bosque de bambu, grandes folhas de papel estavam sobre a grama. Bramboo recuou para admirar uma brilhante pintura de bambu.
Então plop! Uma pata peluda pousou no papel de um amigo com um molhado e verde squish. O giz quebrou. A folha enrugou. "Ops!" disse Bramboo.
O bosque ensolarado ficou em silêncio. Bramboo encarou o papel manchado.
Bramboo pegou uma folha e esfregou na mancha. Risca, risca. A faixa verde se espalhou mais pelo papel como um bigode de bambu engraçado.
Bramboo espiou o canto rasgado e sussurrou, "Isso piorou."
Bramboo tentou outra coisa. Linhas rápidas. Círculos velozes. Uma solução, talvez.
Mas o desenho se transformou em uma bagunça torta e trêmula. O papel tremulou na brisa quente. A pata de Bramboo parou no ar. "Ops. Isso também não."
Bramboo respirou fundo e caminhou até o amigo.
Apontando para a imagem amassada, Bramboo disse, "Eu pisei no seu desenho. Eu estraguei. Sinto muito."
"Você me deixaria ajudar a fazer um novo?" perguntou Bramboo.
O amigo estendeu uma nova grande folha. Bramboo segurou os cantos planos com duas patas cuidadosas.
Os giz deslizaram. As folhas de bambu farfalharam acima. A nova imagem cresceu pela página.
Então o amigo acenou com a cabeça e entregou a Bramboo um giz verde.
Bramboo sorriu e desenhou um pequeno talo de bambu no canto vazio.