Perto da porta, a jaqueta estava esperando.
Botões a avistou e a agarrou rápido. Zip-tap! fez o zíper no chão. “Eu consigo fazer isso sozinho!”
Um braço entrou.
Depois o outro. Mas oh não— a jaqueta se torceu toda.
Botões olhou por um ombro. Então Botões deu uma risadinha engraçada.
Swish, girar. Botões virou e tentou novamente.
Botões empurrou o primeiro botão em direção ao seu buraco.
Pop—boing! Ele escapuliu, e Botões caiu sobre o tapete.
O tapete era macio. Fazia cócegas nas patinhas de Botões.
Botões apertou os olhos para o botão teimoso. Então Botões tentou o segundo. Depois o terceiro.
Desta vez, Botões alinhou muito cuidadosamente.
Um botão passou.
Depois outro.
Então o último lá em cima.
Botões ficou bem parado. Tick. Tick.
Então Botões sorriu tão largo que os bigodes levantaram.
Botões alisou a jaqueta. Endireitou-a. E marchou até a porta com pequenos passos orgulhosos.
A luz da manhã brilhava sobre os botões lisos. Botões sorriu. “Eu fiz cada um deles.”