Através da clareira, Tumbletwig corria com uma bandeja de xícaras de chá. Então, bum! Uma raiz balançou a bandeja, e as xícaras pularam. Clink-clink-clink!
Tumbletwig congelou. Olhos arregalados. Patas paradas. Os pires balançavam e balançavam enquanto o chá de menta flutuava pelo ar da árvore oca.
Tumbletwig caiu sobre o musgo. Um pires pousou em uma pata. Uma colher rolou, mas Tumbletwig a empurrou antes que escorregasse para debaixo de uma samambaia.
"Ufa," disse Tumbletwig com uma voz trêmula. Mas bum, uma xícara bateu contra o prato de petiscos, e os biscoitos de bolota deslizaram em direção à borda.
Tumbletwig agarrou o prato de petiscos. "Segurem a mesa!"
Dentro da grande árvore oca, todos os animais da floresta se moveram ao mesmo tempo. Cadeiras deslizaram. Xícaras foram estabilizadas. Uma toalha de mesa caída foi levantada a tempo.
Tumbletwig viu geleia brilhar em um biscoito. Então, plop! Um biscoito caiu na tigela de açúcar vazia. Algumas risadinhas surpresas surgiram.
Tumbletwig pulou em um banquinho. Xícara por xícara, prato por prato, tudo começou a encontrar seu lugar.
Pata a pata, os pratos foram passados ao redor da mesa. Um por um, cada balanço parou.
Finalmente, a última xícara de chá se acomodou com um pequeno tinido. Tumbletwig sorriu.
A árvore quente brilhava em dourado ao redor da mesa pronta. Tudo estava parado. Tudo estava esperando.
Tumbletwig levantou uma xícara. Os animais da floresta levantaram as suas também. Clink-clink-clink! Finalmente, a aconchegante festa do chá começou.