Do lado de fora da escola infantil, Donkoro roncava entre as nuvens de tempestade. “Don doko don, don doko don, ronc ronc!” “É o Sr. Trovão!” gritaram as crianças, e seus sapatos estalavam no caminho molhado enquanto corriam para dentro.
Donkoro pairou perto dos balanços vazios e ouviu o portão bater na chuva. “Oh não,” disse Donkoro. “Ninguém está mais aqui.”
Na próxima escola infantil, Donkoro fez um rugido ainda maior. “Don don doko don, ronc ronc!” Um brilho em zig-zag estourou no céu cinza como uma batida de tambor engraçada. “Uau, o Sr. Trovão está aqui!” gritaram as crianças.
Mas então o pátio ficou vazio novamente. Donkoro rolou para mais uma escola infantil e deu um pequeno rugido esperançoso. As janelas se fecharam. O pátio ficou em silêncio. Apenas a chuva batia no escorregador. “Se você realmente não gosta de mim,” disse Donkoro, “então eu também vou para casa.”
O pátio da escola infantil permaneceu vazio. A chuva riscou o escorregador. O catavento não se moveu. Lá longe, Donkoro já estava indo para casa.
Em casa, em uma suave nuvem cinza, Donkoro roncava pela casa. “don... doko... don.” A nuvem soprou e balançou como um tambor fofinho. Então Donkoro se enroscou na nuvem tranquila e ouviu a chuva distante.