Emilly Vieira se veste com sua capa vermelha e caminha pela sala como se fosse uma guerreira. Ela levanta o queixo: 'Sou valente!'
BUM! Um barulho alto vem da cozinha. Emilly Vieira para, aperta os punhos, e entra devagar.
Uma panela caiu do balcão. Ela dá um passo atrás, respira fundo, e encosta o dedinho na panela — tá frio.
Emilly Vieira empurra a panela, mas ela escorrega e rola debaixo do sofá. Ela se abaixa e estica o braço, mas não alcança.
Ela vê algo brilhando por baixo: seu leão de pelúcia, que caiu junto. Ela puxa o brinquedo e uma risada escapa.
De repente, a luz do quarto apaga e tudo fica escuro. Emilly Vieira aperta o leão e sussurra: 'Eu sou uma guerreira.'
Ela sorri — e a luz volta imediatamente, como se tivesse sido atraída pelo sorriso dela.
Ela olha para a capa como se ela brilhasse de um jeito novo. 'Sou valente,' pensa.
Emilly Vieira corre pela casa toda, abraçando a capa e gritando: 'Sou valente, sou valente!'
Ela pula no sofá, faz caretas engraçadas no espelho, e convida o leão para uma dança.
A capa gira e bate no chão — thump, thump, thump. Ela ri e se deita no tapete, sorrindo, com o leão ao lado.
A casa está em paz, e Emilly Vieira sabe que o superpoder dela é só acreditar em si mesma.