O galo cantou tão alto que os passarinhos fugiram! Ele apontou o celeiro vermelho e disse: — Vamos explorar a fazenda! A vaqueira, o porquinho, a galinha e o pintainho correram atrás dele, empolgados.
Eles encontraram a vaqueira perto do cercado. O galo ofereceu grãos, mas ao tentar fazer cócegas no pescoço dela, escorregou e caiu na lama! O porquinho riu alto e rolou de barriga para cima.
A galinha e o pintainho estavam escondidos atrás de um molho de feno. O vento soprou forte e espalhou as folhas secas. O pintainho olhou em volta — estava sozinho!
O galo cantou uma melodia suave. O pintainho ouviu, seguiu o som e correu até ele, agarrando-se à perna. A galinha soltou um gemido de alívio.
O céu escureceu! Começou a chuvar torrencial. — Corram para o celeiro! — gritou o galo. Eles correram sob a chuva, mas a porta estava trancada!
O galo bateu com as asas, a vaqueira empurrou, o porquinho passou por baixo e a galinha bicou a fechadura. Com um estalo, a porta se abriu!
Todos entraram ensopados, mas seguros. O galo sacudiu as penas e olhou para seus amigos. — Que loucura! — disse ele, rindo.
Dentro do celeiro, seco e cheiroso de feno, eles se abraçaram juntos. O sol voltou a brilhar lá fora, pintando as gotas de chuva como diamantes verdes.
Lá fora, cada gota de chuva brilhava como um pequeno diamante verde no campo iluminado. O galo abriu o bico e cantou, devagar e feliz.
O galo cantou de novo, mais lento e feliz. Os amigos ouviram, olhando para ele com carinho. A aventura mais bonita era compartilhar cada momento.
O porquinho cochilou encostado na perna do galo. A galinha aninhou o pintainho sob a asa. A vaqueira fechou os olhos devagar, mastigando seu último grão.
Naquela noite, o celeiro ficou silencioso e quente. O galo sorriu no escuro. Era só mais um dia bonito na fazenda — e já queria o próximo.