Este é o carrinho vermelho favorito de Mateus. “Bi-bi!” Ele passeia pelo quarto inteiro — por baixo da mesa, em volta do tapete, passando pela cesta de blocos. Vrum, vrum, vruuum!
“Dim-dom!” A campainha tocou. Um amigo veio brincar! Ele acena um oi bem grande lá da porta, sorrindo de orelha a orelha. Mas espera aí — e o carrinho vermelho, hein?
“É meu!” Mateus abraça o carrinho apertado, apertado, apertadinho, e vira de costas. A mão estendida do amigo para no meio do ar. E ninguém fala nadinha.
Mateus vai para o canto brincar, com o carrinho bem agarrado. Empurra um pouquinho… mais um pouquinho. Mas… ué? Por que de repente não tem mais graça? Até o “bi-bi” ficou baixinho.
Opa! Ali, o amigo montou uma rampa compriiida de blocos! Ela desce da estante de brinquedos até o tapete, cheia de curvas. E parece… muito, muito divertida.
Devagarinho, devagarinho, Mateus chega mais perto e estende o carrinho: “…Pode brincar um pouquinho. Vamos revezar?” E o rosto do amigo se acende feito um solzinho.
“Três, dois, um — JÁ!” O carrinho vermelho desce a rampa voando e cai certinho nas mãos que esperam. Eba! Essa brincadeira, sozinho, ninguém consegue brincar!
Uma oficina, um túnel, uma ponte enorme de blocos… uma brincadeira atrás da outra! O carrinho atravessa tudo fazendo “bi-bi”… e a risada não para, não para mesmo!
Hora do lanche! O biscoito também é dividido no meio — croc, croc! E o carrinho ganha uma vaguinha de estacionamento bem na mesa. Dividindo, tudo fica mais gostoso.
Hora de guardar! Os blocos voltam para casa, e o carrinho volta para o seu cantinho especial na estante. “Volta logo para brincar!”, diz Mateus, acenando sem parar. “Brincar junto é muito mais divertido mesmo!”