Kieran e a Família

"Kieran e a Família" é um livro ilustrado em estilo Anime com um teenager, por Guest, para 6 a 9 anos — criado com Doodara, o criador de histórias com IA

por Guest · Anime · 6 a 9 anos · teenager · 12 páginas

curious, brave, helpful

descobrindo suas raízes familiares

Kieran Vaughn subiu ao sótão e encontrou uma caixa velha empoeirada. Abriu-a devagar e viu uma fotografia desbotada com nomes que não reconhecia. Passou o dedo pela borda áspera e sentiu curiosidade e confusão. Decidiu que precisava perguntar à avó sobre aqueles rostos.

No sótão, a luz da tarde entrava pelas frestas das venezianas. Kieran Vaughn passou a mão pelo pó sobre os móveis antigos e encontrou uma caixa de madeira. Dentro dela, uma fotografia desbotada o esperava — rostos estranhos, nomes que ele não conhecia. Sentou-se no chão, pensativo.

Kieran Vaughn segurou a foto desbotada entre os dedos. Os rostos na imagem eram desconhecidos, mas seus olhos pareciam chamá-lo. Passou o polegar pela borda áspera e perguntou a si mesmo quem eram aquelas pessoas. Resolveu descer e mostrar à avó.

Na cozinha, a avó cortava repolho com a faca fazendo barulho na tábua. Kieran Vaughn sentou-se à mesa e ela contou sobre a grande-bisavó que plantara a macieira no quintal. Ele ouviu entre risadas e o tilintar dos talheres, intrigado com aquela história antiga.

Kieran Vaughn observou a avó enquanto ela falava. A foto desbotada que ele trazia no bolso parecia pesada. Ele perguntou sobre o avô, e ela parou de cortar o repolho por um momento, sorrindo com nostalgia. A luz da tarde iluminava os dois ao mesmo tempo.

Na garagem, o tio-avô consertava uma bicicleta antiga. Kieran Vaughn entrou devagar e viu um harmônio empoeirado sobre a bancada. O tio-avô o pegou e disse que pertencera ao pai dele. O vento que entrou pela janela fez o instrumento emitir um som suave.

O tio-avô soprou o harmônio devagar, e a melodia preencheu a garagem. Kieran Vaughn fechou os olhos um instante. Sentiu algo estranho — como se aquela música fosse uma peça que finalmente se encaixava. Abriu os olhos e agradeceu ao tio-avô com um sorriso.

No quarto, Kieran Vaughn encontrou um caderno de couro sobre a mesa da avó. Abriu-o com cuidado e leu a caligrafia da grande-bisavó descrevendo uma viagem longa. Parou numa margem — seu próprio nome estava escrito ali. Fechou o caderno devagar, sem acreditar.

Kieran Vaughn permaneceu paralisado, olhando para o nome escrito na margem do caderno. O cheiro de papel antigo enchia o quarto. Ele passou o dedo sobre as letras com cuidado, como se tivesse medo de apagá-las. Guardou o caderno com cuidado sobre a mesa.

Kieran Vaughn colocou a foto desbotada sobre a lareira da sala e adicionou uma pequena pedra do rio. A chama dançava atrás dela, e a fotografia parecia ganhar vida com o calor. Ele ficou ali um momento, observando os rostos antigos na luz.

Kieran Vaughn sentou-se no chão da sala e contou ao primo mais novo sobre a macieira da grande-bisavó. A pedra lisa estava no bolso dele, e a foto na lareira brilhava suavemente. O primo ouviu com olhos arregalados. Kieran Vaughn sorriu.

Kieran Vaughn saiu da sala e olhou pela janela para o quintal. A macieira da grande-bisavó ainda estava lá, frondosa e forte. Ele colocou a mão no bolso, sentindo a pedra lisa, e pensou em todos aqueles nomes que agora conhecia. Sorrindo, entrou de volta para dentro.

Doodara

Kieran e a Família

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