Na grama verde, o riacho murmura ao lado da pequena passarela de madeira. Knusperlin coloca uma pata na primeira tábua. Então, um som profundo ressoa debaixo da passarela: "Quem está pisando sobre meu cobertor?" Knusperlin dá um salto para trás e olha sob as tábuas.
Debaixo da passarela, está sombrio e fresco. Entre as tábuas, apenas sombras escuras dançam na água cintilante. O riacho continua a murmurar entre pedras e junco.
Knusperlin se inclina bem para baixo e espreita pelas frestas. Novamente a voz ressoa, e uma folha farfalha na margem. Knusperlin se estremece, então pega um longo caniço e bate bem devagar contra a madeira.
Tok. "Não tão alto!", grita a voz profunda. No terceiro golpe, de repente, um sapo gordinho salta debaixo da passarela e coaxando diz: "Brumm-quak!" Knusperlin pisca os olhos — e então começa a rir.
Agora Knusperlin observa com atenção. As tábuas grossas na borda parecem fortes. Knusperlin dá passos largos e firmes apenas ali e atravessa a passarela calmamente, enquanto embaixo continua o "Brumm-quak!"
Do outro lado, Knusperlin para e acena alegremente. Logo, todos os irmãos vão atravessando a passarela. A grama brilha em verde intenso, o riacho murmura alegremente, e o riso de Knusperlin soa mais alto do que a voz profunda debaixo da passarela.