Léo chutou a bola contra a parede de tijolos. A bola rebateu e derrubou uma lata velha, que fez um barulho estridente.
Ele fechou os olhos e imaginou os aplausos da torcida. 'É só esperar — logo logo vou marcar um gol de verdade.'
Todos os dias, Léo treinava chutes e dribles. Ele tentava com o pé direito, o esquerdo e de cabeça.
A bola ora ia para fora, ora batia no poste. Ele limpou a grama do rosto, sorriu e já estava pronto para tentar de novo.
No domingo, Léo entrou no campo para o jogo do bairro. Ele ajeitou a bola com a mão e respirou fundo.
Ele recebeu a bola perto da linha, correu e chutou com todas as forças! A bola desviou do poste e entrou na rede. 'Entrou!'
Os companheiros correram para abraçá-lo. A torcida gritou. 'A gente nunca desiste — é isso que faz a gente vencer.'
Depois do jogo, Léo guardou a bola gasta com cuidado. Ele olhou para o campo vazio e sorriu.
Ele já pensava no próximo treino. 'Amanhã vou praticar mais — o gol de hoje foi só o começo.'
O campo estava vazio e silencioso. A bola brilhava sob o sol como se soubesse que o sonho continuava.
Léo guardou a bola na mochila e caminhou para casa. Ele já sonhava com o próximo gol.
Naquela noite, Léo dormiu com um sorriso. O campo o esperava de novo no dia seguinte.