Pela trilha musgosa da montanha, as samambaias balançavam e se moviam. À frente, o coelhinho apareceu e chamou: “Vamos correr até o topo!”
“Espere por mim!” gritou Mosswick. Então Mosswick correu atrás daquela cauda branca.
O caminho se torcia cada vez mais alto. Então uma laje de pedra plana se ergueu, alta demais para um salto fácil.
Mosswick recuou, correu com força e escorregou—slip!—direto no musgo.
Poeira cobriu o nariz de Mosswick. Acima, o coelhinho deu um rápido “Boing!” e desapareceu pela borda.
Mosswick sacudiu as folhas, ofegou uma vez e encontrou um novo caminho ao redor.
Logo os dois se apertaram por um caminho cheio de samambaias. O vento assobiava cada vez mais alto.
“Olá!” chamou Mosswick. “Olá-lá-lá!” respondeu uma vozinha.
Por um instante, Mosswick ficou parado. Então Mosswick riu. “Nós soamos como gigantes da montanha!”
Finalmente, Mosswick subiu na alta laje de pedra.
Mosswick espiou por cima. O mundo inteiro se abriu de uma vez.
As copas das árvores se espalhavam como um mar verde. Um rio brilhava prateado. Pequenos telhados pontilhavam a distância além de casa.
Mosswick ficou muito parado no vento fresco. “É tão grande,” sussurrou Mosswick.
O coelhinho ficou bem ali. Juntos, eles olharam e olharam.
Então Mosswick escolheu um pequeno caminho em ziguezague e começou a descer. “Olha, outra colina! Olha, um lago brilhante!”
Seixos tilintavam sob as patas de Mosswick. Mosswick sorriu de volta para a ampla vista e então apressou-se para ver o que o aguardava na próxima curva.