No topo da montanha, Mario avistou uma árvore carregada de bananas douradas. Ele apontou para os cachos e disse: “Bananas!”
A barriga de Mario roncou tão alto que os tucanos levantaram voo. Ele agarrou uma raiz e começou a subir.
Folhas molhadas escorregaram sob seus pés. Mario caiu na lama, sacudiu o pelo e tentou outra vez.
Mario subiu por pedras, cipós e raízes, perseguindo as bananas brilhantes. Cada apoio levava um pouco mais perto do topo.
De repente, um cipó se soltou. Ploft! Mario balançou no ar e caiu sentado num monte de folhas.
Mario piscou, esfregou o traseiro e olhou para cima. Então se levantou e continuou a escalada.
Mario alcançou a borda do topo e esticou a mão para a primeira banana. Uma rajada de vento fez os galhos dançarem.
Mario prendeu os pés numa raiz e segurou o tronco. Puxou com toda a força até ficar firme junto à árvore.
Mario colheu uma banana dourada e a descascou depressa. A casca se abriu com um barulhão que ecoou pela montanha.
Mario deu uma mordida enorme. Depois comeu outra banana e descansou à sombra da árvore, finalmente satisfeito.