Nino chegou à piscina municipal apertando seu pato Paty contra o peito. Ele parou no bordão e olhou para a água azul e brilhante.
As ondas batiam suave na borda — shhh, shhh. "Não consigo," ele sussurrou.
Ela estendeu a mão. Nino segurou os dedos dela e caminhou até a parte rasa. O sol aquecia suas costas.
A instrutora colocou Paty flutuando na água. O pato girava devagar. "Sua vez", disse ela, segurando a barriga de Nino.
Ele se deitou para trás. A água o sustentou. Ele deu um chute feliz. "Olha! Eu estou voando!", ele gritou.
Ele fechou os olhos e soltou as mãos da instrutora. Seus pés bateram na água — splash, splash. Ele abriu os olhos e viu que estava se movendo!
Um metro, dois metros... Ele chegou à escada ofegante. "Eu fiz!", ele exclamou, com água nos cabelos.
Nino correu de volta para a borda. "Posso ir de novo?", ele perguntou, com um sorriso largo. O pato flutuou atrás dele.