Monstrengo escancara a porta da casinha e corre para o quintal. Lá, uma caixa colorida faz: “Plim-plim!”
Monstrengo estica as mãos para abrir a caixa. Mas uma placa avisa: “Espere sua vez!”
Monstrengo tenta abrir a caixa com um galho. A tampa pula: “PLOC!”
O galho fica preso. Monstrengo dá um pulinho, outro pulinho, mais um: “Ploft, plo ft, ploft!”
Monstrengo senta no tapete da varanda e conta: “Um… dois… três…” O vento vira as páginas de um livrinho.
Uma página mostra bolinhas voando. Outra mostra bolinhas quicando. Monstrengo olha e conta mais devagar.
Monstrengo quase puxa a tampa de novo. Então para e segura as mãos no colo.
A caixa se abre sozinha. De dentro sai uma chuva de bolinhas brilhantes: “Pim, pim, pim!”
Monstrengo pega uma bolinha. Espera mais um instante e então entra na brincadeira.
As bolinhas pulam pelo quintal. Monstrengo corre atrás delas: “Pim! Pum! Plim!”