Pipkin pulou para fora na lua de marshmallow. Boing-boing! O chão pulava sob as botas de Pipkin.
Pipkin subiu. Mais alto que a escada do foguete!
Pipkin agarrou a ranhura e errou. O pequeno foguete flutuou para longe através da poeira cintilante.
Pipkin plantou ambas as botas na macia nuvem branca. Lá embaixo, a Terra parecia pequena e azul.
Pipkin cutucou a lua com uma pata enluvada. Uma nuvem se desprendeu. Pipkin a achatou em uma longa corda pegajosa.
"Talvez isso funcione," disse Pipkin. A corda doce se esticou em direção ao foguete.
Treme. Estica. Estala! A corda bateu no capacete de Pipkin. "Pff!"
Pipkin olhou ao redor da lua em busca de outra maneira.
Então Pipkin teve uma ideia. Um montinho, dois montinhos, três! Pipkin acariciou um caminho saltitante em direção à Terra.
Pipkin pulou no primeiro montinho. Puff! Depois no segundo. Puff!
O último salto gigante lançou Pipkin em um giro tonto. Pipkin desceu ao lado de uma cratera redonda em vez de subir ao céu.
No fundo da cratera, algo brilhava. A chave do foguete!
Pipkin deslizou para dentro da cratera, agarrou a chave e subiu rapidamente. Mas a parede de marshmallow começou a ceder e a se enroscar ao redor das botas de Pipkin.
O foguete se aproximou. Pipkin enfiou a chave no botão remoto. WHOOMPH! A porta se abriu ao lado da cratera.
Pipkin pulou para dentro justo quando a nuvem branca espirrou alto atrás.
Logo o foguete zumbia em direção à Terra. Os oceanos azuis se alargavam na janela.
Um pequeno blob de marshmallow balançava no painel. Pipkin sorriu e tirou o capacete. "Lar," disse Pipkin.
O doce cheiro de açúcar torrado desapareceu atrás enquanto Pipkin voava para casa.