Samilo aperta um botão que pisca. Hop! O chão desaparece sob seus pés. Ele aterrissa em um planeta roxo onde as pedras cantam: "bloup bloup". Samilo para abruptamente. Uma poeira brilhante faz cócegas em seu nariz.
Samilo avança entre plantas em espiral. Ele coloca o pé em um caminho todo mole que faz "pouic" sob seus sapatos. Ele olha para todos os lados, surpreso, mas curioso. Então, três pequenos aliens azuis acenam para ele com suas antenas que piscam como lâmpadas.
Samilo tenta dizer olá com a mão. Depois com um salto. Depois com uma expressão engraçada. Os aliens respondem de maneiras diferentes a cada vez. De repente, um deles espirra bolhas laranjas que cheiram a doce. Samilo solta uma gargalhada e se aproxima um pouco mais.
Os aliens levam Samilo até um planeta redondo como uma bolinha. Acima de um lago verde limão, pontes transparentes brilham no ar. Samilo coloca um pé em uma ponte. Boing! A ponte salta. "Oh!" faz Samilo enquanto se desequilibra. Os aliens lhe mostram como pular no ritmo.
Samilo pula com eles. No meio da ponte, uma enorme flor cósmica se abre de uma vez. Paf! Confetes de estrelas voam por toda parte. Primeiro, Samilo recua e estreita os olhos na luz rosa. Então ele estende a mão, pega um confete brilhante, e os aliens o cercam rindo para convidá-lo a continuar.
Samilo volta para casa com um confete de estrela no bolso. Em uma grande folha, ele desenha planetas estranhos, pontes saltitantes e seus novos amigos aliens. As cores correm por toda a mesa. A noite brilha na janela. Samilo sorri e levanta a mão, como se quisesse dizer mais uma vez olá ao vasto desconhecido.