Máximo entrou na obra devagar. O silêncio era pesado e frio.
Ele olhou para o relógio. Tic-tac. O som ecoava no corredor vazio.
Caminhou até a máquina. A poeira cobria tudo com uma camada cinza.
O botão vermelho estava escondido. Máximo tentou limpar com a manga.
De repente, a máquina zumbiu! Uma explosão de confetes voou no seu rosto.
Os papéis caíram como chuva doce. Máximo piscou, sem entender nada.
Um sorriso surgiu no rosto dele. Pegou um confete azul do chão.
Guardou o presente no bolso. Sentiu-se leve. Saiu pela porta principal.