A bicicleta de Takeko emperrou na lama. Ela correu para a cozinha, pegou a escova de dentes e escovou até a espuma de menta cobrir seu queixo.
Com um sorriso orgulhoso, ela abriu a janela e soprou. Uma rajada fresca de menta varreu a lama da corrente da bicicleta.
A pipa de Takeko ficou presa no carvalho. Ela alinhhou os caminhões na cerca e montou uma rampa para subir e soltá-la.
Takeko puxou a pipa e a soltou no vento. Os caminhões buzineram de alegria.
A bola vermelha caiu num bueiro. Takeko tentou alcançar com as mãos, mas seus braços eram curtos demais.
Takeko mastigou uma cenoura crocante e cavou um túnel minúsculo sob a cerca. Ela encontrou a bola e sorriu.
Um galho grosso bloqueava o caminho para o parque. Takeko escovou os dentes e soprou — as folhas voaram.
Ela alinhou os caminhões como uma alavanca e, com um crocante de aipo, ergueu o galho. O caminho estava livre!
Takeko caminhava até o parque com a mochila tilintando. Escova, caminhões e uma maçã eram seus tesouros.
No parque, Takeko viu Mia tentando alcançar o balanço baixo. Ela soprou uma brisa mentolada.
Takeko organizou os caminhões como um degrau e Mia balouçou alto, rindo.
Takeko mordeu uma maçã crocante e sorriu. Seus hábitos estavam prontos para qualquer aventura.