Pippa entrou no galinheiro ensolarado e congelou com um pé na palha.
"Oh," piou Pippa, muito suavemente.
Uma galinha mais velha se aproximou e tocou a palha ao lado dela com uma asa gentil.
"Por aqui, Pippa," disse a galinha, levando-a para passar pelos ninhos de palha.
Lá fora, no pátio de bicadas, a lata de grãos tilintou e a tigela de água brilhava. Pippa ficou perto.
"Por aqui, Pippa." O som de arranhar sob seus pés era crocante, e seus pios ficaram um pouco mais altos.
Quando Pippa tropeçou em um caule de palha, a galinha a estabilizou com o bico e continuou.
Perto da área sombreada, a galinha empurrou uma pedra lisa, uma pena macia e um lugar fresco na poeira em direção a ela.
Pippa acariciou a pedra fresca, colocou a pena perto do seu ninho e se acomodou na sombra.
Então, uma rajada de vento virou a pena na cabeça da galinha como um chapéu engraçado, e Pippa riu piando.
Clang! A concha de grãos bateu contra a lata, e Pippa pulou de volta em direção à porta do galinheiro.
A galinha se colocou ao lado dela, bateu no chão duas vezes e disse: "Vamos, Pippa."
A lata deu um último toque. Pippa deu um passo cuidadoso, depois outro, e seguiu.
Enquanto o sol se tornava dourado, Pippa se enroscou em um ninho de palha que ela ajudou a arrumar.
A galinha deixou a pequena pena ao lado dela e se acomodou perto.
“Boa noite,” piou Pippa. O pátio, a área sombreada e a tigela brilhante pareciam mais suaves agora. Ela segurou a pena perto e fechou os olhos, pronta para amanhã.