A forma do bolo deslizou para dentro do forno brilhante. Clique foi a porta.
Um doce cheiro de baunilha se espalhou pela cozinha quente. "Está pronto agora?" perguntou Wigglesby.
Esperar parecia difícil. Então Wigglesby deixou a cozinha agitada.
Tap-tap! Uma colher tilintou na tigela de mistura.
Gira-gira! Wigglesby rodopiou sobre o tapete.
Clink, clink, barulho! Os copos medidores formaram uma torre instável.
Mas toda vez que Wigglesby espiava pela janela do forno, o bolo ainda parecia fofo e não estava pronto.
Wigglesby tentou um novo plano. Patas para baixo. Contar devagar. Um... dois... três...
Ao chegar em oito, Wigglesby pulou para olhar novamente.
Então puff! O bolo subiu tão rápido que parecia pronto para bater na luz do forno. "Uau!" gritou Wigglesby.
A parte dourada deu uma pequena tremida engraçada.
Wigglesby se afastou e sentou no tapete quadriculado.
Nada de cutucar. Nada de espiar. Nada de saltar.
Tick, tick, tick foi o cronômetro. Wigglesby ficou parado.
Finalmente, o cronômetro tocou. DING!
O bolo esfriou na bancada enquanto Wigglesby esperava um pouco mais.
Então um suave pó de açúcar pousou bem no nariz de Wigglesby.
Achoo! Wigglesby deu um pequeno espirro, depois riu e aproveitou o doce bolo sem perguntar: "Agora?"